domingo, 26 de abril de 2015

Aparições de Nossa Senhora de El Escorial - São Miguel Arcanjo fala à humanidade, 1982

Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002


Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições.
  



São Miguel Arcanjo
fala à humanidade

Mensagem de 19 de Março de 1982

O Senhor:
Minha filha, a Minha mensagem vai ser muito breve, como te disse anteriormente. Repito-te que comuniques aos seres humanos que façam penitência em reparação de todos os seus pecados. Penitência, penitência é o que peço. Comunica-lhes que o Dia do Criador está próximo, que procurem estar à direita dos Meus escolhidos para os levar à terra Prometida. Olha, Minha filha, vês esses pontos luminosos tão pequenos? Parecem uma luz de uma lâmpada. Pois bem, são astros sobre os quais há uma vida eterna. Essa é a terra Prometida. Nunca poderá o homem descobrir a grandeza deste tesouro rodeado de tanto mistério.
Adeus, Minha filha, dou-te a Minha santa bênção.
(Ao fazer a Sua aparição, a Santíssima Virgem das Dores vinha acompanhada do Arcanjo S. Miguel, no meio de um resplendor de várias cores, que foi notado por algumas das pessoas presentes. O Arcanjo transmitiu a mensagem seguinte.)

Arcanjo São Miguel:
Sou o Arcanjo São Miguel. Se os homens não mudarem e não deixarem de ofender a Deus, haverá manifestações que causarão terror aos habitantes da terra. Ouvir-se-ão grandes estrondos no ar, haverá todo o tipo de tremores, as casas voarão pelos ares, muitos corpos voarão e a pele desprender-se-á do corpo. Todos os olhos o verão e mesmo assim muitos não vão acreditar, pois assim estão endurecidos os corações dos seres humanos. Fazei penitência e oração. Aproximai-vos da Eucaristia, confessai os vossos pecados, rezai ao Pai Eterno. Apressai-vos a escutar as minhas palavras, pois o tempo aproxima-se. Rezai pelos que não rezam e fazei penitência pelos que não a fazem.



Mensagem de 16 de Abril de 1982

O Senhor:
Sim, Minha filha, dar-te-ei o aviso por meio de S. Miguel.

São Miguel Arcanjo:
Recebe esta mensagem. Esta é a última mensagem que darei aos seres humanos. Mas diz a todos que essas mensagens que dei serão cumpridas desde a primeira até a última, e que a ira de Deus Pai cairá sobre a Humanidade, sobre os hipócritas, os farsantes da Minha Igreja, os impuros. Tu, Minha filha, cumpre tudo o que te expliquei; divulga tudo o que tens visto, tudo o que te ensinei e diz a todos que emendem as suas vidas, que cumpram os Mandamentos da Lei de Deus. Manifestar-Me-ei muitas vezes a ti, mas não te darei mais mensagens para a Humanidade. Apenas te digo que tudo o que te manifestei será cumprido. Diz a todos que façam oração e penitência e amem o próximo. Continuo a repetir-te, Minha filha, que fora da Minha Igreja, da Igreja de Cristo, não há salvação. Deixei tudo escrito na lei dos Meus Evangelhos. Minha filha, não tenhas medo e continua a repetir que sem Cristo não há salvação. Diz a todos os Meus apóstolos que continuem a fazer esta obra tão bonita, que tanto Me agrada. Terão de enfrentar muitos impedimentos, movidos pelos mesmos que se chamam filhos de Deus. Serão perseguidos, tal como os Meus discípulos também foram perseguidos, mas que continuem em frente. Vale a pena fazer apostolado e receber a recompensa eterna.
Minha filha, sê humilde porque a humildade é do que Eu mais gosto. Sê humilde, oferece tudo pela salvação da Minha Igreja.
Adeus, dou-vos a todos a Minha santa bênção. Sede humildes, Meus filhos, sede humildes.




A Autoridade Eclesiástica a respeito das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog:




domingo, 19 de abril de 2015

"Deus reestruturará o mundo, por meio do reinado do Seu Filho, Jesus Cristo" - Mensagem de Deus Pai à Anne, 12.Janeiro.2004

Revelações de Jesus e Nossa Senhora
a Anne, apóstola leiga
EUA, 2003-2004


Nihil Obstat e Imprimatur, a 12 de Novembro de 2013,
pelo Bispo de Kilmore, Leo O’Reilly






Mensagem de Deus Pai, a 12 de Janeiro de 2004[i]

“Deus reestruturará o mundo, por meio do reinado do Seu Filho, Jesus Cristo”

«Filhos do mundo, consolai-vos. Deveis esperar tempos de sofrimento durante a vossa vida na terra. Ficai em paz em relação às dificuldades que se apresentam no vosso caminho. Procurai-Me para obterdes consolo. Contai-Me as vossas dificuldades, e Eu confortar-vos-ei de um modo capaz de desafiar a compreensão humana. Lembrai-vos que quando tudo andava bem, quando tínheis muitos bens materiais e vantagens, também sentíeis infelicidade. É importante que agora, durante este tempo de dificuldade, guardeis uma perspectiva celeste. Eu quero partilhar convosco a Minha perspectiva. Visto do Céu, de onde Eu controlo a queda de cada folha, vi um mundo desequilibrado. Alguns dos Meus filhos possuíam todos os bens terrenos possíveis. Por causa da abundância desses bens terrenos, os Meus filhos, em algumas partes do mundo, começaram a pensar de uma forma distorcida. Eles pensaram então, que tinham direito a essa opulência. Ao verem que não conseguiam adquirir a riqueza que tanto admiravam, começaram a achar que alguma coisa lhes tinha sido negada. Ficaram infelizes, exactamente como uma criança que, tendo comido demasiadas guloseimas, adoece, sente-se mal, deixa de rir e de sorrir. A criança a quem se faz todas as vontades deixando-a abusar de guloseimas fica doente; é por isso que os pais são cautelosos e controlam a quantidade de guloseimas que a criança come. Os Meus filhos que vivem nas regiões mais influentes do mundo experimentaram este género de situação e a sua infelicidade e insatisfação conduziu-os a todas as formas de declínio espiritual. Desvio, por um momento, o Meu olhar celeste, e observo atentamente outras regiões do mundo, onde, durante este mesmo tempo, há crianças que morrem de fome e de doença, simplesmente porque lhes falta o estritamente necessário. São estes os dois extremos. Os dois Me perturbam, pois Eu não criei um grupo para ser glutão ou o outro para viver e morrer na miséria. Meus filhos, se fôsseis vós o pai deste grupo de indivíduos, o que faríeis? Tal como Eu, diríeis, “Basta. É preciso tudo reestruturar. As riquezas do pai têm de ser distribuídas de forma mais equitativa.” Mas existem muitas almas boas e justas no primeiro grupo que partilham a sua riqueza e que sempre o fizeram. Sereis recompensados muito além da vossa capacidade de imaginar. Vós compreendestes a injustiça. Prestastes assistência aos vossos santos irmãos e irmãs que abnegadamente foram servir os desafortunados da família de Deus. E para as almas que Me ofereceram as suas vidas no espírito do trabalho missionário? Nem sequer preciso de falar aqui sobre qual será a sua recompensa! Que limites poderão existir para a gratidão de Deus Agradecido? Tudo aquilo que Eu tenho está à disposição destes servos misericordiosos. Aceitai, pois, a Minha paz, pois Eu criei um mundo são para todos os filhos de Deus. Sereis mais felizes, Meus queridos, quando o reinado de Jesus Cristo for estabelecido na terra. Que diferença vos poderá fazer, se a vossa eternidade estiver garantida? Eu quero, agora, alegria para todos. Se não vos sentis alegres, se experimentais os sofrimentos do mundo, sabei que tudo isto é temporário e que o Meu plano é para a vossa segurança espiritual e salvação.»




Posição actual da Igreja sobre as revelações de Jesus a Anne

Cf. A primeira publicação das Mensagens de Jesus Cristo à Anne, aqui no “Apelos de Nossa Senhora”; depois da mensagem vem descrita a posição actual da Igreja sobre as revelações de Jesus, Nossa Senhora e os Santos, à Anne.








[i] Direction For Our Times, Volume 4 (Português), p. 5.

domingo, 12 de abril de 2015

Mensagem de Jesus nas Aparições de El Escorial, sobre o Hábito Sacerdotal (6.jan.1996) e o Magisterio da Igreja


Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002


Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições.

 
Venerável Padre Michael J. McGivney


Sobre o Hábito Sacerdotal

Mensagem de 6 de Janeiro de 1996

Jesus:
«Minha filha, Satanás aproveita-se das almas e mais ainda das almas queridas pelo Meu Coração; infiltra-se em muitos conventos; infiltra-se para que os homens se contagiem uns aos outros e, por isso, o mundo está nas mãos de Satanás. Sede valentes, Meus filhos, amai a Igreja de Cristo. Amai os Mandamentos e cumpri-os. Não vos envergonheis de Deus. Meus queridos sacerdotes, tão amados pelo Meu Coração, sede valentes e pregai a palavra como está escrita. E vós, aqueles que vos envergonhais de Deus e do distintivo do vosso sacerdócio, Meus filhos, ai, por toda a confusão que estais a semear na Terra; Meus filhos, não sereis revestidos da veste santa, porque quisestes tirar essa veste tão bela, Meus filhos, que vos distingue e vos protege de tantos e tantos pecados. Assim como o sinal do cristianismo é a Santa Cruz, o sinal do sacerdote é a veste, Meus filhos. Porque é que a arrumastes? Tendes medo de perder a vida. Não temais os que vos podem tirar a vida, temei perder a alma, Meus filhos. Olha, Minha filha, quantas almas, privilegiadas pelo Meu Coração; fiéis a Ele, estão num lugar a gozar a presença divina do Deus incriado.»


A Autoridade Eclesiástica a respeito das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog:




Código de Direito Canónico

Cân. 284 – Os clérigos usem trajo eclesiástico conveniente, segundo as normas estabelecidas pela Conferencia episcopal, e segundo os legítimos costumes dos lugares.




Conferência Episcopal Portuguesa[1]

Em conformidade com o cân. 284, a Conferencia Episcopal Portuguesa determina:
1. Usem os sacerdotes um trajo digno e simples de acordo com a sua missão.
2. Esse trajo deve identifica-los sempre como sacerdotes, permanecendo disponíveis para o serviço do povo de Deus.
3. Esta identificação far-se-á, normalmente, pelo uso:
a. da batina;
b. ou do fato preto ou de cor discreta com cabeção.




Directório para o ministério e a vida dos presbíteros
Congregação para o Clero

Importância e obrigatoriedade do hábito eclesiástico
61. Numa sociedade secularizada e de tendência materialista, em que também os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais tendem a desaparecer, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero – homem de Deus, dispensador dos seus mistérios – seja reconhecível pela comunidade, também pelo hábito que traz, como sinal inequívoco da sua dedicação e da sua identidade de detentor de um ministério público.[2] O presbítero deve ser reconhecido antes de tudo pelo seu comportamento, mas também pelo vestir de maneira a ser imediatamente perceptível por cada fiel, melhor ainda por cada homem[3], a sua identidade e pertença a Deus e à Igreja.
O hábito talar é sinal exterior de uma realidade interior: «efectivamente, o presbítero já não pertence a si mesmo, mas, pelo selo sacramental por ele recebido (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 1563 e 1582), é “propriedade” de Deus. Este seu “ser de Outro” deve tornar-se reconhecível por parte de todos, através de um testemunho límpido. [...] No modo de pensar, falar, julgar os acontecimentos do mundo, servir e amar, e de se relacionar com as pessoas, também no hábito, o presbítero deve haurir força profética da sua pertença sacramental»[4].
Por este motivo, o clérigo, bem como o diácono transitório, deve[5]:
a) trazer o hábito talar ou «um hábito eclesiástico decoroso, segundo as normas emanadas pela Conferência Episcopal e segundo os legítimos costumes locais»[6]; isto significa que tal hábito, quando não é o talar, deve ser diverso da maneira de vestir dos leigos e conforme a dignidade e sacralidade do ministério. O feitio e a cor devem ser estabelecidos pela Conferência dos Bispos.
b) Pela sua incoerência com o espírito de tal disciplina, as praxes contrárias não possuem a racionalidade necessária para que se possam tornar costumes legítimos[7] e devem ser removidas pela autoridade eclesiástica competente[8].
Salvas situações excepcionais, o não uso do hábito eclesiástico por parte do clérigo pode manifestar uma consciência débil da sua identidade de pastor inteiramente dedicado ao serviço da Igreja[9].
Além disso, a veste talar – também pela forma, cor e dignidade – é especialmente oportuna, porque distingue claramente os sacerdotes dos leigos e dá a entender melhor o caráter sagrado do seu ministério, recordando ao próprio presbítero que, sempre e em qualquer momento, é sacerdote, ordenado para servir, para ensinar, para guiar e para santificar as almas, principalmente pela celebração dos sacramentos e pela pregação da Palavra de Deus. Vestir o hábito clerical serve, ademais, para a salvaguarda da pobreza e da castidade.




Cerimonial dos Bispos[10]

O traje comum ou de uso diário pode ser a batina bretã, não guarnecida pelo cordão de cor violeta. Os Bispos pertencentes a uma família religiosa podem usar o hábito da sua religião. Comeste hábito talar, usam-se meias pretas; pode-se usar cabeção, o solidéu e a faixa de cor violeta. A cruz peitoral é sustentada por uma corrente. Traz sempre o anel.






[1] Decreto da Conferencia Episcopal Portuguesa de 18 de Dezembro de 1984. Publicado na revista Lumen em 1985 e reconhecido pela Santa Sé no mesmo ano.
[2] João Paulo II, Carta ao Cardeal Vigário de Roma (8 de setembro de 1982): Insegnamenti V/2 (1982), 847-849.
[3] Cf. Paulo VI, Alocuções ao clero (17 de fevereiro de 1969; 17 de fevereiro de 1972; 10 de fevereiro de 1978): AAS 61 (1969), 190; 64 (1972), 223; 70 (1978), 191; João Paulo II, Carta aos sacerdotes por ocasião da Quinta-feira Santa (8 de abril de 1979), 7: l.c., 403-405; Alocuções ao clero (9 de novembro de 1978; 19 de abril de 1979): Insegnamenti I (1978), 116; II (1979), 929.
[4] Bento XVI, Discurso aos participantes do Congresso Teológico promovido pela Congregação para o Clero (12 de março de 2010): l.c., 241.
[5] Cf. Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Esclarecimento acerca do valor vinculante do art. 66 do Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros (22 de outubro de 1994): “Communicationes” 27 (1995), 192-194.
[6] C.I.C, can. 284.
[7] Cf. Ibid., can. 24, § 2.
[8] Cf. Paulo VI, Motu proprio Ecclesiae Sanctae, I, 25, § 2: AAS 58 (1966), 770; Sagrada Congregação para os Bispos, Carta circular a todos os representantes pontifícios Per venire incontro (27 de janeiro de 1976): EV 5, 1162-1163; Sagrada Congregação para a Educação Católica, Carta circular The document (6 de janeiro de 1980): “L’Osservatore Romano” suppl., 12 de abril de 1980.
[9] Cf. Paulo VI, Audiência geral (17 de setembro de 1969); Alocução ao clero (1 de março de 1973): Insegnamenti VII (1969), 1065; XI (1973), 176.
[10] Aprovado por S.S. o Papa João Paulo II a 7 de Setembro de 1984





lunes, 6 de abril de 2015

Padre Gabriel Amorth sobre as Aparições de Nossa Senhora de Fátima


Padre Gabriel Amorth sobre as Aparições de Nossa Senhora de Fátima


O Padre Gabriel Amorth é sacerdote exorcista da Diocese de Roma


O Pedido da Consagração da Rússia
O Castigo
Os Papas
O Triunfo do Imaculado Coração de Maria





viernes, 3 de abril de 2015

Nossa Senhora do Escorial - Sobre a Paixão de Cristo - Mensagem 11.12.1981


Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002


Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições. 



Sobre a Paixão de
Nosso Senhor Jesus Cristo [II]



Mensagem de 11 de Dezembro de 1981


O Senhor:
Minha filha, sei que estás a sofrer, mas, como sempre, continuo a dizer-te: é preciso sofrer para salvar almas. Aqui estou Eu Mesmo, e onde Eu estou, está a cruz... Recebe esta cruz com todo o respeito, Minha filha, com todo o respeito e amor pela salvação de tantas almas que estão em pecado mortal. Oferece-o ao Pai Eterno; diz-Lhe:
“Pai Eterno, pela Paixão do Vosso Filho, pelo que Ele sofreu, pelas Suas dores tão imensas, eu uno-me à Cruz. Oh, meu Pai! Oh, Pai Celestial! Olhai as chagas do Vosso Filho e dignai-Vos recebê-las, para que as almas se abram aos toques da graça. Que os cravos que perfuraram as Suas mãos e os Seus pés trespassem os corações endurecidos pelo pecado. Que o Seu Sangue os abrande e os leve a fazer penitência. Que o peso da Cruz sobre os ombros do Vosso Divino Filho mova as almas a descarregar o peso dos seus delitos no tribunal da Penitência. Peço-Vos, Pai Eterno, por todas essas almas.
Pela Paixão do Vosso Filho, ofereço-Vos todas as minhas dores. Também Vos ofereço, oh Pai Celestial, a coroa de espinhos do Vosso amado Filho; por essas dores, peço-Vos pelos sacerdotes, para que a sua vocação seja maior, que eles sejam puros e bons filhos de Deus, dignos de consagrar os Santos Mistérios da Santa Missa. Também Vos ofereço o padecimento do Vosso Filho cravado na Cruz, a Sua sede ardente e todos os outros tormentos da Sua agonia por todos os pecadores, para que se arrependam das suas faltas. Pela perseverança com que o Vosso Filho Vos suplicou com humildade pelos mesmos que O estavam a crucificar, dizendo: 'Perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem', peço-Vos que concedais a todas as almas que tenham um grande amor ao próximo e que sejam fiéis ao Vosso Filho. Sim, Deus meu, peço-Vos porque Jesus mo pediu”.



Mensagem de 1 de Agosto de 1987

Nossa Senhora:
Olha o fruto da Cruz. Olha para Deus todo-poderoso feito homem que morre de amor pelas Suas criaturas e deixa que trespassem o Seu corpo de um lado ao outro por amor. E olha como ama as Suas chagas, pois até no Céu continua com elas. É assim o amor de Deus todo-poderoso.









A Autoridade Eclesiástica a respeito
das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog: